Entrevista com Corey Taylor, vocalista das renomadas bandas Slipknot e Stone Sour, conduzida por Josh Scherer no programa "Last Meals". A conversa explora diversos aspectos da vida de Taylor, desde suas experiências de infância e os desafios iniciais de sua carreira até sua jornada pessoal em busca de sobriedade e gratidão. A entrevista é marcada por reflexões introspectivas enquanto Taylor desfruta de sua "última refeição" imaginária.
A "Última Refeição" de Corey Taylor.
A "Última Refeição" de Corey Taylor.
Corey Taylor - Last Meals - Mythical Kitchen - 07/07/26 (legendado Brasil)
07/07/26
CAPÍTULOS:
0:00 A última refeição de Corey
0:25 Lutando contra um ventilador de teto
2:23 Você já pensou na sua última refeição?
3:40 Com que frequência você pensa na morte?
5:35 1º prato
8:30 Como o Slipknot evitou passar fome
11:40 Os cheiros de um astro do rock
15:00 A primeira vez que Corey viu o Slipknot tocar
20:29 Como Corey encontrou a motivação para ser o melhor
23:47 Corey reflete sobre magoar as pessoas mais próximas
25:50 Descobrindo que temos valor intrínseco
30:44 2º prato
32:24 Usando a raiva como ferramenta
36:00 Corey reza antes de cada show
37:53 Josh insultou acidentalmente o filho de Corey
41:50 3º prato
44:00 O que aconteceu com a entrevista do Nardwuar??
48:23 A primeira experiência sobrenatural de Corey
52:56 O que você acha que acontece quando morremos?
54:54 Sobriedade e luto
58:45 Rodada rápida
1:02:13 As últimas palavras de Corey
0:00 A última refeição de Corey
0:25 Lutando contra um ventilador de teto
2:23 Você já pensou na sua última refeição?
3:40 Com que frequência você pensa na morte?
5:35 1º prato
8:30 Como o Slipknot evitou passar fome
11:40 Os cheiros de um astro do rock
15:00 A primeira vez que Corey viu o Slipknot tocar
20:29 Como Corey encontrou a motivação para ser o melhor
23:47 Corey reflete sobre magoar as pessoas mais próximas
25:50 Descobrindo que temos valor intrínseco
30:44 2º prato
32:24 Usando a raiva como ferramenta
36:00 Corey reza antes de cada show
37:53 Josh insultou acidentalmente o filho de Corey
41:50 3º prato
44:00 O que aconteceu com a entrevista do Nardwuar??
48:23 A primeira experiência sobrenatural de Corey
52:56 O que você acha que acontece quando morremos?
54:54 Sobriedade e luto
58:45 Rodada rápida
1:02:13 As últimas palavras de Corey
A "Última Refeição" de Corey Taylor
O menu escolhido por Corey Taylor para sua "última refeição" é uma homenagem às suas raízes em Iowa e às suas memórias afetivas, demonstrando uma conexão profunda com seu passado:
Primeiro Prato: Bife de alcatra empanado (chicken fried steak) acompanhado de ovos mexidos, hash browns, torrada de massa azeda, bacon e chá gelado doce. Uma quantidade generosa de café também foi solicitada.
Segundo Prato: Nachos "reais", que ele descreve como contendo carne, queijos variados, pimentas, creme de chipotle e guacamole. Esta escolha contrasta com os nachos de cinema, os quais ele critica em seu livro.
Sobremesa: Panquecas silver dollar servidas com uma combinação peculiar de manteiga de amendoim e xarope de bordo (maple syrup).
Principais Assuntos Abordados
1. Introdução e o Incidente do Ventilador (00:11 - 02:24)
A conversa inicia com uma anedota peculiar de 1995, onde Taylor, sob influência de álcool em uma festa, tentou "surfar na multidão" descendo uma escada e, ao pular de uma cama, foi atingido repetidamente por um ventilador de teto ligado. Este incidente resultou em cicatrizes permanentes e dois olhos roxos, marcando um período de sua juventude.
2. Mortalidade e Mudança de Perspectiva (03:42 - 05:33)
Aos 52 anos, Taylor compartilha como sua percepção sobre a morte evoluiu. Ele admite ter vivenciado uma fase niilista, impulsionada pelo alcoolismo e vício. Contudo, ele agora busca um novo significado na vida, redescobrindo a gratidão e a valorização de cada momento.
3. Os Dias de Pobreza e o Início do Slipknot (08:36 - 12:41)
Taylor relembra os desafios financeiros durante a turnê Ozzfest '99, onde os nove membros do Slipknot e três funcionários compartilhavam um ônibus sem recursos. A sobrevivência dependia de biscoitos Goldfish e da "contrabando" de comida do buffet de catering para o ônibus, garantindo refeições nos dias de folga. Ele descreve a ausência de glamour da época, mencionando o odor intenso de suor e equipamentos no veículo.
4. A Ambição e a Origem do Slipknot (15:34 - 21:17)
Ele narra o momento em que viu o Slipknot tocar pela primeira vez em Des Moines, em 1996. Apesar de ser vocalista do Stone Sour na época, sua reação imediata foi a convicção de que seria o cantor daquela banda. Taylor enfatiza que o grupo era composto por indivíduos "famintos" e determinados a alcançar o sucesso, independentemente das adversidades.
5. Trauma como Combustível e Saúde Mental (21:18 - 28:47)
O cantor aborda abertamente como o abuso na infância, o ridículo e o bullying serviram como catalisadores para sua raiva e seu desejo de excelência. No entanto, ele percebeu que o sucesso e o ego não preenchiam seu vazio interior. Ele atribui à sua esposa, Alicia, o papel crucial de ensiná-lo que ele merece ser feliz.
6. Evolução Pessoal e Sobriedade (48:48 - 53:38)
Taylor detalha sua batalha contra o alcoolismo. Embora tenha parado de beber há anos, ele revela que apenas em janeiro de 2024 buscou apoio em um programa de 12 passos para lidar com a raiva e a depressão subjacentes. Atualmente, ele se dedica a ser mais consciente em suas ações para evitar a repetição de padrões passados.
7. Rodada Relâmpago (53:39 - 56:01)
Durante a rodada relâmpago, Corey Taylor compartilha suas preferências e reflexões rápidas:
Monte Rushmore do Metal: Metallica, Slayer, Black Sabbath e Mötley Crüe.
Música de Funeral: "In My Time of Dying" do Led Zeppelin.
Maior Arrependimento: Ter magoado as pessoas que ama.
Mensagem Final: "Faça cada dia valer a pena".
A Dualidade do Sucesso: Taylor ressalta que a fama não é uma cura para traumas e que o ego pode se tornar um obstáculo para a verdadeira felicidade.
A Importância da Vulnerabilidade: Ele discute como a cultura masculina frequentemente desencoraja a vulnerabilidade, mas reconhecer a necessidade de ajuda foi fundamental para sua sobrevivência e bem-estar.
Orgulho Paterno: Taylor expressa um profundo orgulho por seu filho, Griffin (membro da banda Vended), afirmando que seu único desejo era que o filho encontrasse algo que o fizesse feliz por conta própria.
Legado e Paz: Ao refletir sobre seu legado, Taylor fala sobre se orgulhar da pessoa que se tornou, priorizando relacionamentos saudáveis com sua família e amigos acima da imagem de "rockstar".
O menu escolhido por Corey Taylor para sua "última refeição" é uma homenagem às suas raízes em Iowa e às suas memórias afetivas, demonstrando uma conexão profunda com seu passado:
Primeiro Prato: Bife de alcatra empanado (chicken fried steak) acompanhado de ovos mexidos, hash browns, torrada de massa azeda, bacon e chá gelado doce. Uma quantidade generosa de café também foi solicitada.
Segundo Prato: Nachos "reais", que ele descreve como contendo carne, queijos variados, pimentas, creme de chipotle e guacamole. Esta escolha contrasta com os nachos de cinema, os quais ele critica em seu livro.
Sobremesa: Panquecas silver dollar servidas com uma combinação peculiar de manteiga de amendoim e xarope de bordo (maple syrup).
Principais Assuntos Abordados
1. Introdução e o Incidente do Ventilador (00:11 - 02:24)
A conversa inicia com uma anedota peculiar de 1995, onde Taylor, sob influência de álcool em uma festa, tentou "surfar na multidão" descendo uma escada e, ao pular de uma cama, foi atingido repetidamente por um ventilador de teto ligado. Este incidente resultou em cicatrizes permanentes e dois olhos roxos, marcando um período de sua juventude.
2. Mortalidade e Mudança de Perspectiva (03:42 - 05:33)
Aos 52 anos, Taylor compartilha como sua percepção sobre a morte evoluiu. Ele admite ter vivenciado uma fase niilista, impulsionada pelo alcoolismo e vício. Contudo, ele agora busca um novo significado na vida, redescobrindo a gratidão e a valorização de cada momento.
3. Os Dias de Pobreza e o Início do Slipknot (08:36 - 12:41)
Taylor relembra os desafios financeiros durante a turnê Ozzfest '99, onde os nove membros do Slipknot e três funcionários compartilhavam um ônibus sem recursos. A sobrevivência dependia de biscoitos Goldfish e da "contrabando" de comida do buffet de catering para o ônibus, garantindo refeições nos dias de folga. Ele descreve a ausência de glamour da época, mencionando o odor intenso de suor e equipamentos no veículo.
4. A Ambição e a Origem do Slipknot (15:34 - 21:17)
Ele narra o momento em que viu o Slipknot tocar pela primeira vez em Des Moines, em 1996. Apesar de ser vocalista do Stone Sour na época, sua reação imediata foi a convicção de que seria o cantor daquela banda. Taylor enfatiza que o grupo era composto por indivíduos "famintos" e determinados a alcançar o sucesso, independentemente das adversidades.
5. Trauma como Combustível e Saúde Mental (21:18 - 28:47)
O cantor aborda abertamente como o abuso na infância, o ridículo e o bullying serviram como catalisadores para sua raiva e seu desejo de excelência. No entanto, ele percebeu que o sucesso e o ego não preenchiam seu vazio interior. Ele atribui à sua esposa, Alicia, o papel crucial de ensiná-lo que ele merece ser feliz.
6. Evolução Pessoal e Sobriedade (48:48 - 53:38)
Taylor detalha sua batalha contra o alcoolismo. Embora tenha parado de beber há anos, ele revela que apenas em janeiro de 2024 buscou apoio em um programa de 12 passos para lidar com a raiva e a depressão subjacentes. Atualmente, ele se dedica a ser mais consciente em suas ações para evitar a repetição de padrões passados.
7. Rodada Relâmpago (53:39 - 56:01)
Durante a rodada relâmpago, Corey Taylor compartilha suas preferências e reflexões rápidas:
Monte Rushmore do Metal: Metallica, Slayer, Black Sabbath e Mötley Crüe.
Música de Funeral: "In My Time of Dying" do Led Zeppelin.
Maior Arrependimento: Ter magoado as pessoas que ama.
Mensagem Final: "Faça cada dia valer a pena".
A Dualidade do Sucesso: Taylor ressalta que a fama não é uma cura para traumas e que o ego pode se tornar um obstáculo para a verdadeira felicidade.
A Importância da Vulnerabilidade: Ele discute como a cultura masculina frequentemente desencoraja a vulnerabilidade, mas reconhecer a necessidade de ajuda foi fundamental para sua sobrevivência e bem-estar.
Orgulho Paterno: Taylor expressa um profundo orgulho por seu filho, Griffin (membro da banda Vended), afirmando que seu único desejo era que o filho encontrasse algo que o fizesse feliz por conta própria.
Legado e Paz: Ao refletir sobre seu legado, Taylor fala sobre se orgulhar da pessoa que se tornou, priorizando relacionamentos saudáveis com sua família e amigos acima da imagem de "rockstar".

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